
As coisas cada vez menos começam a fazer sentido.
Pelo contrário, tudo vira real, o futuro das minhas imaginações passadas é o presente de hoje em dia, só que com algumas diferenças. Os sonhos eras os ideais e as palavras se soltavam com facilidade.
Antes eu não tinha medo do amanhã, as cenas na minha cabeça tinham uma seqüencia que fazia sentindo.
Mas agora, que as coisas estão realmente acontecendo, de repente, dá vontade de olhar pra trás e refazer tudo, de uma forma totalmente diferente.
A dúvida nos faz escravos de nós mesmos.
É como se de repente eu tivesse acordado e botado meus pés no chão ou vai ver que era o contrário, eu estava vivendo a vida, adormeci e agora estou num pesadelo.
O clichê é o clichê do própio clichê. (Nossa, isso foi muito clichê)
E as metáforas servem para entendermos a vida de maneira indireta.
Todas essas palavras não levam a lugar nenhum.
Talvez seja a falta de sentimentos ou o turbilhão de emoções que chegam sem parar.
E o pior, é o motivo oculto para tanta solidão.
Eu sei que é me perdendo que eu vou me encontrar, mas é díficil olhar pra frente e ver que os caminhos e estradas estão cada vez mais esburacados, os atalhos não levam a lugar nenhum e o retorno é na próxima esquina, mas tenho medo de virar, perder e não achar o caminho que estou procurando.
Pelo contrário, tudo vira real, o futuro das minhas imaginações passadas é o presente de hoje em dia, só que com algumas diferenças. Os sonhos eras os ideais e as palavras se soltavam com facilidade.
Antes eu não tinha medo do amanhã, as cenas na minha cabeça tinham uma seqüencia que fazia sentindo.
Mas agora, que as coisas estão realmente acontecendo, de repente, dá vontade de olhar pra trás e refazer tudo, de uma forma totalmente diferente.
A dúvida nos faz escravos de nós mesmos.
É como se de repente eu tivesse acordado e botado meus pés no chão ou vai ver que era o contrário, eu estava vivendo a vida, adormeci e agora estou num pesadelo.
O clichê é o clichê do própio clichê. (Nossa, isso foi muito clichê)
E as metáforas servem para entendermos a vida de maneira indireta.
Todas essas palavras não levam a lugar nenhum.
Talvez seja a falta de sentimentos ou o turbilhão de emoções que chegam sem parar.
E o pior, é o motivo oculto para tanta solidão.
Eu sei que é me perdendo que eu vou me encontrar, mas é díficil olhar pra frente e ver que os caminhos e estradas estão cada vez mais esburacados, os atalhos não levam a lugar nenhum e o retorno é na próxima esquina, mas tenho medo de virar, perder e não achar o caminho que estou procurando.

Um comentário:
eu acho que ainda nao consegui achar o meu
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